Adriana Muniz
        Coordenadora Executiva
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Institucional - Postado Segunda, 2 de Junho de 2008
Adriana Muniz - sua trajetória


Postado as 18:14 50 seg | 1 Comentário | Média da nota:

Fogo de Palha - Postado Quinta, 29 de Maio de 2008
Ao refletirmos sobre nossas vidas vemos que somos frutos das oportunidades que tivemos e das escolhas que fizemos ao longo de nossa existência, o que nos leva a acreditar que a tão sonhada mudança está exclusivamente em nossas mãos. Porém, mesmo sabendo disso, por quê não conseguimos mudar o lugar onde vivemos?
Por sermos incapazes de gerar níveis de consenso e coesão grupal que conduzam a ações concretas dotadas de sustentabilidade, tendemos a discursos retóricos e ações desenvolvidas sob o signo do imediatismo e da descontinuidade, popularmente conhecidos como “fogo de palha”.
Portanto, qual o segredo para construir comunidades locais que dêem certo?
Dois belos exemplos a serem seguidos são Dona Diva, do Clube de Mães Mãe Bela, sediado em Barra do Gil e Belinha, da Associação Beneficente União de Mulheres de Ponta de Areia, mulheres que, com extrema determinação, simplicidade, eficiência e superação às dificuldades conseguem promover significativas transformações nas comunidades onde vivem.
Afora alguns outros exemplos, o resto é fogo de palha.
Postado as 22:18 59 seg | 2 Comentários | Média da nota:

A pedra no caminho - Postado Quinta, 29 de Maio de 2008
A sociedade brasileira passa por um momento singular, visto que, somado ao movimento da sociedade civil organizada, há o crescente engajamento de empresas em ações sociais. É notória a busca gradativa por novos caminhos e soluções com feições mais humanas, ainda que em ambientes aparentemente desfavoráveis.
Objetiva-se o desenvolvimento pessoal, contudo falta a percepção de que este só será possível através da coletividade; a dualidade individual x coletivo não deve ser encarada como um pesado fardo.
Deste princípio surge um questionamento: empresas comerciais e organizações sem fins lucrativos podem trabalhar conjuntamente?
Acreditava-se, não faz muito tempo, que esses dois setores possuíam características distintas e desempenhavam diferentes papéis.
Os empresários visam lucro enquanto as organizações da sociedade civil buscam parceiros que viabilizem as suas iniciativas; o que aparenta ser filantropia deve ser visto e tratado como investimento social.
A forma como as empresas se relacionam com a comunidade é fator determinante para a projeção da imagem das mesmas perante o mercado. Portanto, o comprometimento com causas ambientais e promoção da inclusão social são práticas importantes numa sociedade cujos consumidores estão cada vez mais conscientes.
Porém, a falta da cultura de cooperação tem sido a pedra no caminho.
O exemplo de Heloína Andrade, proprietária do Supermercado e Restaurante O Paladar, cuja percepção empresarial não inibe as ações da cidadã comprometida com o desenvolvimento da comunidade na qual está inserida, mostra que sair do isolamento individualista para uma cultura de cooperação é retirar a ‘pedra do caminho’.

Adriana Muniz
Coordenadora Executiva da Terra do Meio
Postado as 20:27 53 seg | 1 Comentário | Média da nota:

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